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Graus de Invalidez nos Seguros de Vida – Como interpretar?

Dia da Mãe
Written by A Carteira

Se tem um seguro de vida é possível que já se tenha confrontado com diferentes graus de invalidez. As taxas variam de acordo com cada seguradora e cada produto e podemos achar que não existem grandes diferenças entre as taxas. Neste artigo mostramos-lhe o que significam os graus de invalidez e ajudamos a tomar a melhor opção.

O que significa o grau de invalidez no seguro de vida?

Existem diferentes coberturas num seguro de vida. O grau de invalidez é especialmente importante quando falamos da cobertura de Invalidez Total e Permanente, ou ITP. Todos os contratos de seguro de vida definem um grau de invalidez, determinado por uma junta médica, que a acontecer resultam no pagamento do capital seguro (de acordo com as condições da apólice).

Acontece que diferentes doenças têm associados diferentes graus de invalidez. As doenças mais ligeiras têm um grau de invalidez pequeno mas as doenças mais graves podem representar uma invalidez acima de 60%, 65% ou mais. Agora, imagine que tem uma doença debilitante mas que o seu grau de invalidez foi declarado em 65% mas a cobertura do seu seguro apenas era ativada para uma invalidez acima de 66%. Por uma “ligeira diferença” vê-se incapaz de ativar o seu seguro de vida.

Será que o preço varia muito com o grau de invalidez?

Esta é uma pergunta importante. Claro que quanto maiores as coberturas maior será o preço que iremos pagar. No entanto, por algum motivo, tendemos a contratar um seguro de vida apenas olhando para o preço e esquecendo que este é um seguro que garante a segurança financeira da nossa família em caso de necessidade. Assim, se o fator preço é importante, mais importante deverá ser a relação entre as coberturas e o preço que pagamos.

Um bom seguro de vida deverá ter uma cobertura de ITP muito abrangente. Temos certamente de pesar o preço e o grau de invalidez. No entanto, a diferença entre uma cobertura de 60% e a cobertura de 66% não é assim tão grande, especialmente se estivermos a falar de uma companhia de seguros especializada nos seguros de vida.

O que deveremos considerar quando contratamos um seguro de vida?

A contratação de um seguro de vida é algo que deve ser feito com critério. Como referido atrás, não nos deveremos focar apenas no preço, mas antes em:

  1. Quais as coberturas – Temos de contratar coberturas abrangentes e que sejam enquadradas com a nossa realidade. Por exemplo, de pouco vale contratar um seguro com ITP quando somos reformados (sim, há quem contrate um seguro que cobre um risco profissional mas no momento da indemnização vê-se na contingência de não ter cobertura);
  2. Quais as exclusões – Existem possíveis exclusões ou agravamentos, especialmente se estivermos a falar de pessoas que fumam, que seja profissionais de segurança (PSP ou GNR, por exemplo) ou se a pessoa segura viver mais do que um determinado número de meses fora do país;
  3. Quais os serviços associados – As companhias de seguros têm vindo a aumentar o nível de serviço aos seus clientes, um serviço que não tendo um custo tem um grande valor. Falamos, assumindo o exemplo do seguro de vida crédito habitação da APRIL Portugal, de serviços de saúde, consultas médicas e orientação nutricional.

Compare preços e coberturas…

No final de contas, o que é importante é ter a melhor segurança financeira ao melhor preço. Assim, poderá fazer sentido simular o seu seguro junto de diversas companhias de seguros ou simplesmente contactar um mediador de seguros que faça todo o trabalho por si. Por que não tentar e ver quanto pode poupar no seu seguro, ao mesmo tempo que aumenta as coberturas?

Sobre o autor

A Carteira

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